
Do Ancoradouro à Sala de Espera: as obras no porto de Natal (1893–1913)
“De um simples ancoradouro, o espaço portuário natalense tornou-se, ao menos na ideologia das elites locais, em “cabeça” de uma cidade que alucinava ser moderna à maneira europeia. Investindo-se nas obras portuárias, […] buscava-se aumentar a capacidade de receber navios, mercadorias e pessoas, dinamizando o comércio do Estado e integrando a cidade do Natal ao circuito internacional do capitalismo moderno. […] Sonho antigo, obra demorada e lenta… o autor bem chama nossa atenção […] para as diferenças entre um “porto sonhado” e um “porto materialidade”, o último jamais alcançando o primeiro.”
Rodrigo Otávio da Silva — Historiador