<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Dossiê: História da saúde e das doenças — saberes, práticas, instituições e sujeitos on Revista Galo</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/</link><description>Recent content in Dossiê: História da saúde e das doenças — saberes, práticas, instituições e sujeitos on Revista Galo</description><generator>Hugo -- gohugo.io</generator><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Thu, 14 May 2026 20:19:16 -0300</lastBuildDate><atom:link href="https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Escravidão, epidemias e resistências indígenas na Amazônia Colonial: entrevista com o historiador Décio de Alencar Guzmán</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/12-entrevista/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:19 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/12-entrevista/</guid><description>A presente entrevista, realizada com o professor e pesquisador Décio de Alencar Guzmán, aborda de maneira relacional três questões centrais para a compreensão da experiência colonial amazônica: os regimes de escravidão indígena, a disseminação das epidemias e as múltiplas formas de resistência e reorganização protagonizadas pelos povos indígenas da região.</description></item><item><title>Leprosário São Francisco de Assis: Uma análise do arquivo médico produzido em um espaço isolacionista. (1926–1986)</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/11-leprosario/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:18 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/11-leprosario/</guid><description>Resumo: O presente trabalho analisa a trajetória do Leprosário São Francisco de Assis, no Rio Grande do Norte, a partir do seu arquivo médico e documental entre os anos de 1926 a 1986.</description></item><item><title>Os caminhos da saúde: saber médico e as imagens do feminino no Diario de Pernambuco (1930–1940)</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/10-caminhos-saude/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:17 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/10-caminhos-saude/</guid><description>Resumo: O presente artigo analisa o discurso médico veiculado no Jornal Diario de Pernambuco a partir das propagandas de medicamentos direcionadas ao público feminino. O estudo busca compreender como esses anúncios contribuíram para a construção de um ideal de feminilidade associado às mulheres da elite pernambucana, vinculando seus corpos e comportamentos ao espaço doméstico e à maternidade como elementos centrais para a formação de uma sociedade moderna.</description></item><item><title>Epidemia de varíola nos sertões da Bahia: coronelismo, trabalho do cuidado e medicina (1919–1920)</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/09-epidemia-variola/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:16 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/09-epidemia-variola/</guid><description>Resumo: Este trabalho pretende analisar o desenvolvimento da epidemia da varíola em Vitória da Conquista e região no início do século XX e averiguar as consequências para a saúde e para a política na região.</description></item><item><title>Um hospital da fábrica ou um hospital na fábrica? O Hospital Dr. Pacífico Mascarenhas e sua atuação para além da vila operária do Cedro (1872–1953)</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/08-hospital-fabrica/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:15 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/08-hospital-fabrica/</guid><description>Resumo: Esse texto, elaborado a partir de pesquisa de mestrado, procura compreender o modelo de assistência desenvolvido a partir de 1872, que teve como palco a vila operária do Cedro (atual Caetanópolis-MG), e que foi materializado na construção do Hospital Dr.</description></item><item><title>Cuidar em tempos de escassez: o serviço das comissões de socorro diante da seca de 1888–1889 na Colônia São Pedro de Alcântara</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/07-cuidar-em-tempo-de-escassez/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:14 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/07-cuidar-em-tempo-de-escassez/</guid><description>Resumo: Este trabalho tem como objetivo analisar a atuação das Comissões de Socorros na assistência à população doente na Colônia São Pedro de Alcântara, no Piauí, entre 1888 e 1899, bem como as iniciativas públicas destinadas à localidade nesse período.</description></item><item><title>As epidemias no sertão como fator prepoderante de resistência em Canudos</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/06-epidemias-no-sertao/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:12 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/06-epidemias-no-sertao/</guid><description>Resumo: O presente artigo se propõe a analisar como as epidemias ocorridas na Primeira República agravaram a questão social durante a Revolta de Canudos, a partir de uma análise bibliográfica e documental e partindo do método Materialista Histórico-dialético.</description></item><item><title>“Por motivo de moléstia que ainda está sofrendo”: as condições de saúde de senhores de escravizados como elemento discursivo em petições em Pernambuco na segunda metade do século XIX (1871–1887)</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/05-por-motivo-molestia/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:11 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/05-por-motivo-molestia/</guid><description>Resumo: Este artigo analisa o uso de uma “retórica do adoecimento” em petições encaminhadas às autoridades provinciais de Pernambuco, na segunda metade do século XIX, elaboradas por senhores de escravizados em um contexto de intensificação da fiscalização estatal após a promulgação da Lei do Ventre Livre (1871).</description></item><item><title>O “amargozo” veneno da escravidão: envenenamento, doenças e cura no Rio de Janeiro (1835–1888)</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/04-amargozo-veneno/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:10 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/04-amargozo-veneno/</guid><description>Resumo: O presente artigo pretende discutir aspectos históricos acerca de práticas de envenenamento por escravizados contra senhores, na corte e província do Rio de Janeiro, entre 1835 e 1888, período em que vigorou a lei excepcional de 10 de junho de 1835, a qual previa a pena de morte aos escravizados que atentassem contra a vida dos senhores, com menção especial ao crime de envenenamento.</description></item><item><title>Unguentos, tônicos e chás: a venda da cura “milagrosa” na imprensa carioca do século XIX</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/03-ungentos-tonicos/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:09 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/03-ungentos-tonicos/</guid><description>Resumo: Este artigo propõe a análise de propagandas de remédios tidos “milagrosos”, ao longo do século XIX, e como os seus discursos de eficácia, mesmo sem basilares científicos comprovados, eram sustentados pela ideia de uma medicina norte centrada.</description></item><item><title>Necrologia ludovicense: a morte entre os tradicionais costumes fúnebres e os novos preceitos médico-higienistas em São Luís (1850–1860)</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/02-necrologia-ludovicense/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:08 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/02-necrologia-ludovicense/</guid><description>Resumo: Este artigo investiga as transformações nas atitudes e representações sociais diante da morte em São Luís na segunda metade do século XIX, com foco no período de 1850 a 1860.</description></item><item><title>Entre o clima e o corpo: saúde, doença e experiência da viagem nos relatos de Richard Francis Burton sobre o Brasil no século XIX</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/01-entre-clima-e-corpo/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:07 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/01-entre-clima-e-corpo/</guid><description>Resumo: A História da Saúde e das Doenças tem evidenciado, nas últimas décadas, a necessidade de compreender a enfermidade para além de seus aspectos estritamente biológicos, considerando-a como fenômeno social, cultural e histórico.</description></item><item><title>Editorial</title><link>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/00.1-editorial/</link><pubDate>Thu, 14 May 2026 20:05:05 -0300</pubDate><guid>https://revistagalo.com.br/edi%C3%A7%C3%B5es/edi%C3%A7%C3%A3o-013/00.1-editorial/</guid><description>A pandemia de COVID-19 (causada pelo vírus SARS-CoV-2), vivenciada entre 2020 e 2022, provocou significativas transformações no cotidiano das sociedades em escala global, alterando rotinas, formas de sociabilidade e relações de trabalho, além de impactar diretamente as percepções sobre saúde e doença.</description></item></channel></rss>